Fazia tempo que eu não parava pra fazer o que mais amo nesse mundo: compor...
pois eh! depois de uma conversa sobre como as coisas mudaram em nossos dias tive um instante de boa inspiração e aproveitei pra por no papel....
falava-mos que o que é mais notório entre tantas coisas é a mutação que sofreram as nossas canções... Nunca tive nada contra os ritmos, acho que tudo depende do que se diz e como se diz, sou um profundo admirador da criatividade humana, mas criatividade antes era mostrar de uma forma diferente algo que na maioria das vezes era complexo, o que fazia as pessoas abrirem um pouco a mente pra que pudessem entender, porém a tal criatividade ganhou o caminho inverso nos dias atuais, ou seja faz mais sucesso quem fala de maneira mais escancarada coisas que antes eram tão bonitas de se ouvir.
Quem lembra a sutileza com que Djavan, Caetano, Vinicius de Moraes, Noel Rosa, entre outros, falavam sobre sexo, amor, politica, enfim sobre os mais diversos temas. tal sutileza ja não é maioria em nosso século, salvo pelos sobreviventes fiéis a boa música.
O amor eterno tornou-se passageiro, um tal de ponto final chamado "ficar"pôs um fim no maior de todos os sentimentos nas letras das canções, é fácil ouvir frases como "eu só quero ficar", ficam banalizando o amor a ponto de demolirem a" divina e graciosa estátua majestosa", o amor que era " ferida que dói e não se sente" virou "esculachos" de termos pobres como "créu", e assim caminha a humanidade... de portas malas abertos e um som a todo volume fazendo apologia à dependência do álcool e a depravação da instituição chamada familia...
"...beber cair e levantar..." "...sou raparigueiro...", triste neh? fazer o que?fazer minha parte, tapar os ouvidos e abrir a mente pra tentar escrever algo que valha a pena ouvir.
e tem gente que fala que gosto não se discute... concordo, já mal gosto.. não da pra engolir.
So pra não generalizar, há muita coisa boa de se ouvir também, infelizmente´, hoje é minoria... posso citar Henrique Cerqueira, Vander Lee, Jorge Vercilo, Fala Mansa(pra provar que não é o ritmo), Cidade Negra...
pois eh! depois de uma conversa sobre como as coisas mudaram em nossos dias tive um instante de boa inspiração e aproveitei pra por no papel....
falava-mos que o que é mais notório entre tantas coisas é a mutação que sofreram as nossas canções... Nunca tive nada contra os ritmos, acho que tudo depende do que se diz e como se diz, sou um profundo admirador da criatividade humana, mas criatividade antes era mostrar de uma forma diferente algo que na maioria das vezes era complexo, o que fazia as pessoas abrirem um pouco a mente pra que pudessem entender, porém a tal criatividade ganhou o caminho inverso nos dias atuais, ou seja faz mais sucesso quem fala de maneira mais escancarada coisas que antes eram tão bonitas de se ouvir.
Quem lembra a sutileza com que Djavan, Caetano, Vinicius de Moraes, Noel Rosa, entre outros, falavam sobre sexo, amor, politica, enfim sobre os mais diversos temas. tal sutileza ja não é maioria em nosso século, salvo pelos sobreviventes fiéis a boa música.
O amor eterno tornou-se passageiro, um tal de ponto final chamado "ficar"pôs um fim no maior de todos os sentimentos nas letras das canções, é fácil ouvir frases como "eu só quero ficar", ficam banalizando o amor a ponto de demolirem a" divina e graciosa estátua majestosa", o amor que era " ferida que dói e não se sente" virou "esculachos" de termos pobres como "créu", e assim caminha a humanidade... de portas malas abertos e um som a todo volume fazendo apologia à dependência do álcool e a depravação da instituição chamada familia...
"...beber cair e levantar..." "...sou raparigueiro...", triste neh? fazer o que?fazer minha parte, tapar os ouvidos e abrir a mente pra tentar escrever algo que valha a pena ouvir.
e tem gente que fala que gosto não se discute... concordo, já mal gosto.. não da pra engolir.
So pra não generalizar, há muita coisa boa de se ouvir também, infelizmente´, hoje é minoria... posso citar Henrique Cerqueira, Vander Lee, Jorge Vercilo, Fala Mansa(pra provar que não é o ritmo), Cidade Negra...


